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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

como as mensagens do Gmail atravessam o mundo?De clipe em clilpe, O Video do Gmail está pronto!


A criatividade Google consegue ainda nos surpreender, mesmo com uma idéia simples, como essa de convocar os usuários Gmail de todo o mundo para enviar clipes de vídeos mostrando como os e-mails passam de destinatário a destinatário.Explicando melhor: Rita, a guia do Gmail pediu a participação dos G-maillers num vídeo que mostrasse como as mensagens do Gmail atravessam o mundo. Tudo o que precisavam era de uma câmera, do envelope com um M (o símbolo no canto inferior direito do desktop) do Gmail e de um pouco de criatividade — e, caramba, foram criativos pra valer!

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Com açúcar e com afeto; Nara & Chico


Cantemos com eles, antes que nos lembrem da cruzada anti-diabetes,
e sugiram um adoçante

Com Açúcar, com afeto

Chico Buarque
1966

Com açúcar, com afeto
Fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa
Qual o quê
Com seu terno mais bonito
Você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário
Vai em busca do salário
Pra poder me sustentar
Qual o quê
No caminho da oficina
Há um bar em cada esquina
Pra você comemorar
Sei lá o quê

Sei que alguém vai sentar junto
Você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias
De quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo
Sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo
Vai bater um samba antigo
Pra você rememorar

Quando a noite enfim lhe cansa
Você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão
Qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida
Diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado
Maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer
Qual o quê
Logo vou esquentar seu prato
Dou um beijo em seu retrato
E abro os meus braços pra você

Fantástico é esse aí: Alma Carioca - Um precioso índice editado com os vídeos de cantores e trechos de filmes de todo o mundo !


O vídeo acima está no
www.almacarioca.com.br

Absolutamente imperdível como consulta diária,
merece logo a Barra de Favoritos:
Qual o nome daquele tango do filme Perfume de Mulher?
o nome do tango é POR UNA CABEÇA.música de carlos gardel
letra de alfredo le pera.se quiseres a letra eu tenho.
a letra não tem nada a ver com o filme pois descreve uma corrida de cavalos onde o vencedor ganhou POR UNA CABEÇA.
A história é contada sob o ponto de vista do estudante, interpretado com agradável naturalidade por um Chris O'Donnell em seu primeiro papel de destaque num longa-metragem. Charlie começa o filme com uma atitude meio perdida e sem rumo, mas seu processo de amadurecimento dá uma acelerada assim que o ego do coronel mal-educado de Pacino cede espaço a personalidade menos intragável. Exímio conhecedor de mulheres e das fragrâncias por elas usadas, Frank começa a demonstrar muitas outras qualidades escondidas sob sua carapaça arrogante. Ele vai de momentos de genuína ternura paternal em relação ao rapaz a terríveis ataques de auto-preservação e agressividade, às vezes com a sutileza de um trombone.

A trama secundária envolvendo um conflito escolar do rapaz pode soar meio descartável, mas justifica-se pela necessidade de mostrar a inevitável troca de favores entre gerações. Embora ela seja a principal responsável pela duração um pouco excessiva do filme, é só assim que a platéia irá saber se o instável coronel aprendeu ou não algo de seu jovem companheiro, numa jornada marcada por momentos de constrangedora sinceridade e passagens de encanto inegável, como o tango com a bela moça do restaurante (Gabrielle Anwar). Não é à toa que a analogia entre a dança e a vida real torna-se peça fundamental na redenção de ambos os personagens. Perfume de Mulher é assim, imbuído de uma mensagem enaltecedora, lembrando que sempre há algo a aprender mesmo junto àquelas pessoas mais improváveis ou inacessíveis.

A voz de Elis e o humor de Adoniran: Iracema



Um ator cômico: Adoniran Barbosa

O talento de Adoniran Barbosa como ator ocupa boa parte da biografia lançada
esta semana pela Globo. Depois de uma estilingada bem dada no popó de Neusa
Veras, no clássico filme O Cangaceiro, a carreira do velho sambista,
transformado em nordestino, parecia prestes a decolar. Mas, como tudo na
vida do amigo de Arnesto (aquele que o convidou para um samba no Brás), a
passagem pelo cinema foi complicada. Um dado curioso recolhido pelo biógrafo
Celso de Campos Jr. revela que Lima Barreto, realizador de O Cangaceiro,
gostou tanto dele que escalou o compositor para o papel do beato Antônio
Conselheiro, líder de Canudos, em O Sertanejo. O filme morreu no roteiro (a
produtora Vera Cruz foi à bancarrota). Adoniran ficou triste. De qualquer
forma, não deu muita bola. Leu Os Sertões de cabo a rabo (ele jurava) e
achou "meio cacete".

Adoniran se dava melhor com os filmes carnavalescos. Participou do primeiro
do gênero produzido em São Paulo, Carnaval em Lá Maior (1955), uma folia
anárquica cujo roteiro (do genial Osvaldo Moles) era mais confuso que pregão
da Bolsa de Valores. Em Mazzaropi ele encontrou o parceiro ideal. De
vendedor judeu no fracassado Carnaval (papel repetido em Caídos do Céu) a
sitiante em A Carrocinha, rodado no mesmo ano com o eterno Jeca, o criador
de Iracema fez de tudo um pouco. Um verdadeiro biscateiro do cinema. Seu
biógrafo, sempre atento ao contexto histórico e político, gasta páginas e
páginas para traçar uma panorâmica do Brasil das misses e descrever uma
espécie que começava a nascer: a classe média consumidora.

Os sambas de Adoniran eram o antídoto para a alienação de uma categoria
social que continuava ignorando o que se passava à volta. Saudosa Maloca,
gravada em 1951, voltaria renovada na interpretação dos Demônios da Garoa
cinco anos depois, revelando a uma São Paulo progressista a existência de um
subproletariado urbano que ocupava casarões condenados. Entre outros
aperitivos oferecidos ao leitor, o biógrafo relata como nasceu a música. A
inspiração veio da história real de Mato Grosso e Joca, carregadores de
feira que ajudavam a mulher de Adoniran a levar sacolas para o prédio do
casal, na Rua Aurora, centro de São Paulo. Sumiram do casarão abandonado do
Hotel Albion quando começou a demolição. Adoniran nunca mais os viu.

Sentimental, o compositor tinha pelos amigos devoção religiosa, quase tão
grande como por cigarros e bebida. No fim da vida, morando em Cidade
Adhemar, viajava quase todos os dias para o centro e, despejando Eduardo
Gudin de seu escritório, passava as tardes dormindo em sua produtora, quando
não no confortável sofá da sala de espera da Rádio Eldorado, então instalada
na Rua Major Quedinho. João Lara Mesquita, diretor-executivo da emissora,
facilitando a soneca, providenciou um crachá permanente para o amigo.

Adoniran não precisava mais de holofotes. Um câncer no fígado estava prestes
a tirá-lo do foco para sempre.
ANTONIO GONÇALVES FILHO

Elis, a maior de todos os tempos : 3 x Milton







Elis, a maior, de todos os tempos


Para muitos, Elis foi a maior cantora brasileira de todos os tempos. Incomparável em técnica e garra, a "Pimentinha", o "Furacão Elis", como era chamada, lançou compositores como João Bosco e Aldir Blanc, Renato Teixeira, Fátima Guedes. A primogênita do casal Romeu Costa e Ercy Carvalho Costa foi a primeira pessoa a inscrever sua voz como instrumento na Ordem dos Músicos.

Em 1956, passou a integrar o elenco fixo do programa, Clube do Guri, da Rádio Farroupilha de Porto Alegre. Em 1959, assinou seu primeiro contrato profissional com a Rádio Gaúcha também de sua cidade natal.

Em 1965, venceu o 1º. Festival Nacional de Música Popular Brasileira (TV Excelsior) com "Arrastão" (Edu Lobo e Vinícius de Morais). Dois dias depois, estreou no Teatro Paramount (SP) o show "Elis, Jair e Jongo Trio", que, gravado ao vivo, se tornou o LP "Dois na Bossa". Com sucesso do disco, ela e Jair Rodrigues estrelaram o histórico programa semanal "O Fino da Bossa".

O programa saiu do ar em junho de 1967, porém, Elis continuou ao lado de Jair Rodrigues nos três programas da série "Frente Única - Noite da MPB" (TV Record). Em dezembro, aos 22 de idade, casou-se com Ronaldo Bôscoli, 16 anos mais velho. Logo, nasceu seu primeiro filho, João Marcelo.

O casamento terminou em 1972 e, em 1974, casou-se com o pianista César Camargo Mariano. Viveu em São Paulo, onde nasceram: Pedro, em 1975; e Maria Rita, em 1977. Em 1981, separou-se de César.

Sua carreira internacional ficou mais importante a partir de 1968, quando cantou nas TVs inglesa, holandesa, belga, suíça e sueca. De volta à TV Record, em 1969, fez a série de programas "Elis Studio", dirigida por Miéle e Bôscoli. Em maio, viajou para Londres, onde gravou um LP com o maestro inglês Peter Knight. Em junho, na Suécia, gravou um LP com o gaitista Toots Thielemans.

"Elis & Tom", disco com Tom Jobim, saiu em 1974. Na inauguração do Teatro Bandeirantes (SP), cantou ao lado de Chico Buarque, Maria Bethânia, Tim Maia e Rita Lee. No ano seguinte, lançou "Falso Brilhante", em disco e nos palcos, show que assistido por 280 mil pessoas.

Pela TV Bandeirantes, em 1979, demonstrou a sua intimidade com São Paulo em um programa no qual passeava pela cidade com Adoniran Barbosa e visitava Rita Lee. E participou do Show de Maio, com renda revertida para o fundo de greve dos metalúrgicos de São Paulo, no estúdio da Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, para 5 mil pessoas.

Naquele ano, gravou "O Bêbado e a Equilibrista", imediatamente apelidado de "Hino da Anistia". No 13º Festival de Jazz de Montreux, na Suíça, foi aplaudida por 11 minutos. Para agradecer a platéia, fez uma jam session com Hermeto Pascoal.

Em 1980, o show "Saudade do Brasil" reuniu no palco 24 músicos e bailarinos. No ano seguinte, fez o espetáculo "Trem Azul", com cenário de Elifas Andreato. Teve morte repentina, em 19 de janeiro de 1982. Foi velada no Teatro Bandeirantes, e vestia a camiseta proibida pela ditadura militar no show "Saudade do Brasil": a bandeira brasileira, com seu nome escrito no lugar de "Ordem e Progresso".

Elis Regina & Adoniran Barbosa: um passeio emocionado e divertido pela Bexiga, ao som de Saudosa Maloca


Adoniran Barbosa

Sétimo filho de um casal de imigrantes de Treviso, Itália, João Rubinato entregou marmita, trabalhou como varredor em uma fábrica de tecidos, no carregamento de vagões de trens suburbanos, como tecelão, encanador, pintor, garçom, metalúrgico e vendedor de meias para depois adentrar o mundo humorístico do rádio e tornar-se um dos maiores sambistas do país. Criador de um samba tipicamente paulistano, Adoniran Barbosa, como ficou conhecido, elaborava suas letras a partir das trágicas cenas de vida e da linguagem cheia de sotaques, gírias, inflexões e erros de habitantes de cortiços, malocas e bairros característicos da cidade, como Bexiga e Brás. "Pra escrevê uma boa letra de samba a gente tem que sê em primeiro lugá anarfabeto", dizia. Compôs seus primeiros sambas, Minha Vida se Consome, em parceria com Pedrinho Romano, e Teu Orgulho Acabou, com Viriato dos Santos, em 1933. Dois anos depois, ganhou o primeiro lugar em concurso carnavalesco organizado pela Prefeitura de São Paulo, com Dona Boa. Após passar por emissoras como São Paulo, Difusora, Cosmos e Cruzeiro do Sul, recebendo pequenos cachês, notabilizou-se na década de 1940 como radialista cômico, interpretando uma série de personagens, baseados no linguajar coloquial, como o terrível e sábio aluno Barbosinha Mal-Educado da Silva, o negro Zé Cunversa, o motorista de táxi do Largo do Paissandu, Giuseppe Pernafina, o gostosão da Vila Matilde, Dr. Sinésio Trombone, o autor de cinema francês, Jean Rubinet, e o malandro malsucedido Charutinho. Com este último, um dos personagens do programa Histórias das Malocas, escrito por Oswaldo Moles, atingiu o clímax do humor e alcançou popularidade. "Trabaio é boca? Trabaio num é boca. É supurtura, é tumo", falava Charutinho. A união entre o humorista e o músico, nos anos de 1950, representou seus maiores sucessos musicais: Saudosa Maloca (1951), Malvina (1951), Joga a Chave (1953), Samba do Arnesto (1955), As Mariposas (1955), Iracema (1956) e Trem das Onze (1965).

Eu quero um velório assim ou O Dia em que o Bambu Quebrou no Meio - A morte do sambista Bezerra da Silva


Bezerra da Silva
Cantor. Compositor. Instrumentista.

Bezerra da Silva nasceu na cidade de Recife(PE) e foi para o Rio de Janeiro aos 15 anos, escondido num navio, e lá ficou trabalhando na construção civil.

Tocava percussão desde criança e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950. A partir daí passou a atuar como compositor, instrumentista e cantor, gravando seu primeiro compacto e 1969 e o primeiro LP seis anos depois.

Inicialmente gravou cocos sem sucesso. Mas a partir da série Partido Alto Nota 10 começou a encontrar seu público. O repertório de seus discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra notabilizou-se por um estilo "sambandido", precursor mesmo do "gangsta rap" norte-americano. Antes do hip hop brasileiro, ele passou a transmitir do outro lado da trincheira da guerra civil não declarada: "Malandragem Dá Um Tempo", "Seqüestraram Minha Sogra", "Defunto Cagüete", "Bicho Feroz", "Overdose de Cocada", "Malandro Não Vacila", "Meu Pirão Primeiro", "Lugar Macabro", "Piranha", "Pai Véio 171", "Candidato Caô Caô". Em 1995 gravou pela Sol "Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró: Os Três Malandros In Concert", uma paródia ao show dos três tenores, Pavarotti, Domingo e Carreras.

O sambista virou livro em 1998, com "Bezerra da Silva - Produto do Morro", de Letícia Vianna.

Em 28 de outubro de 2004, aos 77 anos, foi internado no CTI da Casa de Saúde Pinheiro Machado, em Laranjeira, Zona Sul do Rio de Janeiro com pneumonia e efisema pulmonar, sendo induzido ao coma, como parte do tratamento. Posteriormente foi transferido para o Hospital dos Servidores do Estado, onde faleceu no dia 17 de janeiro de 2005 em decorrência de uma parada cardíaca.


* 23/2/1927 Recife, PE
+ 17/1/2005 Rio de Janeiro, RJ



Fonte:
www.samba-choro.com.br/artistas/bezerradasilva
www.dicionariompb.com.br/verbete.asp?tabela=T_FORM_A&nome=Bezerra+da+Silva

Formandos em administração da Faculdade Pitágoras: churrascando com caricaturas do Guz. Na foto, a modelo, o autor e a obra.,



Em 6.10.2007 conheci a animada turma da Faculdade de Pitágoras. Graças á Bruna,que aliás teve a idéia de incluir-me no evento, consigo rever os bons momentos em que passei desenhando junto aos formandos. Só não guardei o nome das modelos, muito lindas.Uma pena!

segunda-feira, 12 de novembro de 2007