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terça-feira, 24 de março de 2009

Metáforas boas eram com Neném Prancha, Miriam...

.Em um de seus últimos artigos , Ponto Crítico, a melhor colunista do Globo, Miriam Leitão, cita Michael Porter para metaforizar a crise.

Lembrei-me que temos aqui , bem nosso, um filósofo mais em conta,
citado frequentemente por João Saldanha: o também botafoguense
Neném Prancha.
Em suas crônicas, Saldanha criava situações
em que o austero e sábio técnico de futebol de várzea exudava sabedoria.


A minha preferida foi dita a propósito da falta de objetivo do seu time de várzea, onde era treinador. Cansado de ver jogadas inúteis, e sem objetivo, vendo o primeiro tempo passar ao sabor da displicência e desinteresse, no intervalo mostrou a bola e perguntou-lhes o que era aquilo. As respostas variavam de perseguida, esfera, redonda , e até bola mesmo. Neném dá-lhes a sua grande lição, numa frase merecedora de constar dos melhores workshops ( no meu caso, playshops) de g
Gestão de Pessoas ( espero que algum dia mudem para Gestão de Seres Humanos):
Não, moçada, isso aqui é simplesmente o prato de comida de vocês! Sem vitória, não tem comida, pois jogador de futebol tem que ir na bola com a mesma disposição
com que vai num prato de comida.

Se trocarmos jogador por qualquer outra atividade privada, pois no xangrilá blindado do emprego público é impossível, o que se infere é um conselho para executivo nenhum esquecer: seja criativo, mas don´t be so fuzzy. No momento do ora veja, náo perca o foco do seu prato de comida!
Essa reflexão permitiu-me fazer uma pesquisa que desejava há muito tempo.
O resultado, um tanto quanto exagerado, está em sequência.

Uma notícia relevante: no www.bloguz.blogspot.com , meu blog do dia a dia, postei um slideshow com a maior parte das charges publicadas no superblog do Noblat, entre 2005-2007. Depois de revê-las, pode se afirmar, parafraseando Lavoisier, aquele que perdeu a cabeça:
No Brasil, tudo se transforma na mesma coisa.

Bração
do
Guz

O pensamento vivo de Neném Prancha

Jogador que joga nas 11 não joga bem em nenhuma.

Quem corre é a bola. Senão, era só fazer um time de batedores de carteira.


"Bola tem que ser rasteira porque o couro vem da vaca e a vaca gosta de grama"


É muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende"

"Futebol moderno é que nem pelada.Todo o mundo corre e ninguém sabe para onde"

"Jogador brasileiro não vai ter problema no México, não. Tudo já morou em favela e não pode se queixar de altitude"

"Jogador é o Didi, que joga como quem chupa laranja"

"O goleiro deve dormir com a bola. Se for casado, dorme com as duas"

"O pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube"

"Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma"

"Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado"

"O importante é o principal, o resto é secundário"

"Quem pede tem preferência, quem se desloca recebe"

"Tudo é passageiro, menos o motorista e o cobrador"

"Jogar a bola pra cima, enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol

Neném Prancha
O Filósofo da Bola
Antônio Franco de Oliveira nasceu a 16 de Junho de 1906 e faleceu a 16 de Janeiro de 1976, tendo sido conhecido por todos como Neném Prancha devido às suas mãos medirem 23 centímetros de comprimento e calçar sapatos número 44. Foi torcedor incondicional do Botafogo de Futebol e Regatas desde o dia em que chegou a Copacabana, procedente de Resende, ganhando fama no extinto Posto Quatro Futebol Clube e no Carioca Esporte Clube. Verdadeiro mito e profundo conhecedor do futebol brasileiro, Neném Prancha foi “roupeiro” do departamento de atletismo do Botafogo desde 1943 e trabalhou para a divisão juvenil de futebol. Neném Prancha foi sempre uma figura misteriosa que nunca falava do seu passado e que, apesar de viver imenso tempo na praia, nunca o viram tomar banho de mar. Vivia num quarto na sede do Botafogo e tal como muitos outros funcionários, passou privações freqüentes devido a salários em atraso.
Porém, jamais pensou em abandonar o clube do seu coração e foi com muita dificuldade que aceitou ser internado na casa de saúde onde viria a despedir-se do mundo. Neném Prancha também nunca pensou em casamento, quer por alegadamente ter dinheiro apenas para “manter o estômago em dia”, quer porque lia sempre nos jornais as notícias sobre brigas conjugais e dizia que “casamento é coisa muito séria para terminar nas manchetes de jornais”.
Ao longo de décadas Neném Prancha foi criador de imensas frases lapidares sobre o futebol. É possível que algumas fossem da autoria de João Saldanha, mas o próprio Saldanha parece que as assumia como se fossem do homem que, por essa razão, ficou conhecido como o “filósofo da bola”. Neném era adepto do futebol objetivo e sem floreados, afirmando que o “futebol é muito simples: quem tem a bola ataca, quem não tem defende…”. Por isso ele não gostava do drible e recomendava aos jogadores de área para “jogar a bola para cima, enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol.” Neném Prancha também não era adepto das concentrações e dizia que “se concentração ganhasse jogo, o clube do presídio não perdia uma partida”, tal como era inimigo de superstições porque acreditava realmente era no talento e, por isso, afirmava que “se macumba resolvesse, o campeonato baiano terminava sempre empatado”. Neném lançou muitos jovens jogadores – entre os quais o famoso Heleno de Freitas – e sempre que deparava com um rapaz habilidoso aconselhava-o a que “jogador de futebol tem que ir na bola com a mesma disposição com que vai num prato de comida. Com fome, para estraçalhar.” Para os goleiros ele tinha também uma máxima: “O goleiro deve andar sempre com a bola, mesmo quando vai dormir. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas”. Esta frase está seguramente relacionada com outra em que afirma que “O goleiro é uma posição tão amaldiçoada que onde ele pisa nem nasce grama…”. Sobre bons jogadores o “filósofo da bola” garantia que “jogador bom é que nem sorveteria: tem várias qualidades.” Um dos jogadores que mais admirou, considerando-o um dos maiores armadores de futebol do mundo, foi Didi, tendo dito que “O Didi joga bola como quem chupa laranja, com muito carinho”. Neném era admirador do futebol clássico e por isso considerava que o “futebol moderno é que nem pelada; todo mundo corre e ninguém sabe para onde…”. Por isso é que defendia que “quem corre é a bola; senão, era só fazer um time de batedores de carteira…”. A seriedade era uma das características fundamentais de Neném Prancha e quando foi jogador no futebol de praia, antes de ser treinador dos juvenis do Botafogo, o “filósofo da bola” evitava bater penaltis, porque “penalti é uma coisa tão importante, que quem devia bater é o presidente do clube”. Às vezes as suas frases eram um pouco incompreensíveis, como a que afirma que “quem pede tem preferência, quem se desloca recebe…”. Mas quem tiver dúvidas sobre a perspicácia do “filósofo”, convém lembrar que, entre vários receios da altitude em que se realizava a Copa do Mundo de 1970, Neném Prancha previra a conquista definitiva da Taça Jules Rimet com o tricampeonato brasileiro de futebol: “Jogador brasileiro não vai ter problema no México, não; tudo já morou em favela e não pode se queixar de altitude…”
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Rio (Sucursal Folha) - Um enfarte do miocárdio silenciou para sempre o homem Antonio Franco de Oliveira, na madrugada de ontem, na Casa de Saúde Dr. Eiras. Mas "Neném Prancha", o mito, ficará na história do futebol brasileiro. Torcedor incondicional do Botafogo desde o dia em que chegou a Copacabana, procedente de Resende, há mais de 40 anos. "Neném Prancha" ganhou fama no extinto Posto Quatro Futebol Clube, como goleador, e zagueiro, no Carioca Esporte clube.
Profundo conhecedor de futebol, "Neném Prancha" atuou até pouco tempo como "olheiro" no futebol de praia. Roupeiro do departamento de atletismo no Botafogo desde 1943 - começou trabalhando para a divisão juvenil de futebol, Antonio Franco de Oliveira passou a ter problema no coração a partir de março do ano passado:
"O "Neném" ficou muito agitado com o lançamento do livro "Assim falou Neném Prancha", de autoria do esportista Pedro Zamara", era o comentário mais ouvido durante o seu enterro no cemitério São João Batista.
Homem de poucas palavras, mas perfeito observador e muito inteligente, só falava nos momentos oportunos. Lançava com grande humor as suas frases irônicas para definir os fatos. Adepto do futebol simples e objetivo, ele contestava a forma de jogar de Domingos da Guia. Neném repudiava o drible, o firula dentro da área:
"Jogar a bola pra cima, enquanto ela estiver no alto não há perigo de gol."
Para muitos torcedores "Neném" era uma figura humana estranha. Apesar de muito conhecido na praia, ele jamais foi visto tomando banho de mar. Antonio Franco de Oliveira jamais gostou de falar sobre o seu passado. Filho de Zeferino, um biscateiro e D. Julia, empregada doméstica, "Neném Prancha" passou os seus 69 anos - nasceu a 16 de junho de 1906 - criando suas frases.
Quando encontrava um menino habilidoso, com jeito de seguir a carreira, "Neném Prancha" o aconselhava.
"Jogador de futebol, tem que ir na bola com a mesma disposição com que vai num prato de comida. Com fome, para estraçalhar."
Talvez por passar praticamente toda a sua vida entre a praia e o seu pequeno quarto na própria sede do Botafogo, assim definia as concentrações:
"Se concentração ganhasse jogo, o time do presídio não perdia uma partida".
Foi também inimigo das superstições que dominam a maioria dos jogadores e dirigentes do futebol brasileiro. Ele sempre dizia que sem talento não adiantavam as promessas:
"Se macumba resolvesse, o campeonato baiano terminava sempre empatado".
Um conselho paternal para os goleiros:
"O goleiro deve andar sempre com a bola, mesmo quando vai dormir. Se tiver mulher, dorme abraçado com as duas".
Admirador do futebol clássico, "Neném Prancha" encarava Didi como um dos maiores armadores de futebol do mundo. Sua resposta era a mesma quando solicitado para comentar o talento de Didi:
"O Didi joga bola como quem chupa laranja, com muito carinho".
Mito do futebol brasileiro, Antonio Franco de Oliveira passou a "Neném Prancha" por causa das mãos - cada uma mede 23 centímetros de comprimento - e dos pés, que poucas vezes calçaram sapatos número 44 - ele preferia os chinelos. A exemplo dos demais funcionários do Botafogo, passou por privações com os frequentes atrasos dos salários. Mas nunca pensou em largar o clube de seu coração. Foi há muito custo que ele concordou em se internar numa casa de saúde.
"Neném Prancha" jamais pensou em casamento, porque o pouco dinheiro que ganhava servia apenas para "Manter o estômago em dia" além disso, "Neném Prancha" não confiava muito na história da Amélia, a mulher de verdade, porque lia diariamente nos jornais as notícias sobre briga de casais:
"Casamento é coisa muito séria para terminar nas manchetes de jornais".
Quando jogador no futebol de praia, "Neném Prancha evitava a cobrança de pênaltis e depois passou à condição de treinador de juvenis e torcedor do Botafogo, ele lançou uma de suas mais famosas frases:
"Penalti é uma coisa tão importante, que quem devia bater é o presidente do clube".


Outras frases de outros...

Nosso futebol sempre foi marcado pelos gols belíssimos, pelas jogadas brilhantes, mas principalmente, pelas pérolas que vários craques costumam dizer ao abrir a boca. Aqui estão juntas uma pequena amostra dessas grandes frases do futebol brasileiro e mundial.


"Para Mané Garrincha, o espaço de um pequeno guardanapo era um enorme latifúndio."
(Armando Nogueira - jornalista e escritor)

"Se há um deus que regula o futebol, esse deus é sobretudo irônico e farsante, e Garrincha foi um de seus delegados incumbidos de zombar de tudo e de todos, nos estádios."
(Carlos Drummond de Andrade - escritor)

"Eu digo: não há no Brasil, não há no mundo ninguém tão terno, ninguém tão passarinho como o Mané."
(Nélson Rodrigues - escritor, dramaturgo e jornalista esportivo, sobre Garrincha)

"Todo treinador de juvenis é meio homossexual. E todo treinador de qualquer categoria que defende a concentração, é candidato a corno."
(João Saldanha, técnico brasileiro nas eliminatórias para a Copa de 70)

"Só se a Adidas se associar com a De Millus para providenciar o uniforme"
(João Saldanha, técnico brasileiro nas eliminatórias para a Copa de 70, sobre o futebol feminino)

"Tinha por ela um carinho tremendo. Porque ela é fogo. Se você a maltratar, quebra a perna. É por isso que digo - Rapazes, vamos, respeitem. Esta é uma menina que tem que ser tratada com muito amor.. Conforme o lugarzinho em que nós a tocarmos, ela toma um destino."
(Didi - campeão mundial das copas de 58 e 62, sobre a bola)

"Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Se concentração ganhasse jogo, o time da penitenciária não perdia uma."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"O goleiro deve dormir com a bola. Se for casado, dorme com as duas."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Futebol é muito simples: quem tem a bola ataca; quem não tem defende."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Jogador brasileiro não vai ter problema no México, não. Tudo já morou em favela e não pode se queixar de altitude."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Jogador bom é que nem sorveteria: tem várias qualidades."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"O pênalti é tão importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Futebol moderno é que nem pelada. Todo o mundo corre e ninguém sabe pra onde."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Jogador é o Didi, que joga como quem chupa laranja."
(Neném Prancha - ex-roupeiro do Botafogo, ex-técnico de futebol de praia e filósofo da bola)

"Se Pelé não tivesse nascido homem, teria nascido bola."
(Armando Nogueira - jornalista e escritor)

"Um idealista do futebol, um sonhador. Pensa que o futebol deveria ser como ele pensa que é"
(João Saldanha, técnico brasileiro nas eliminatórias para a Copa de 70, sobre Armando Nogueira)

"Campo de futebol nao é loteamento. Ninguém é dono de lote, de posição fixa."
(João Saldanha, técnico brasileiro nas eliminatórias para a Copa de 70, que defendia a liberdade dos craques dentro de campo)

"Dissolvido? Eu não sou sorvete pra ser dissolvido"
(João Saldanha, técnico brasileiro nas eliminatórias para a Copa de 70, ao ser comunicado em março de 70 por João Havelange, então presidente da CBD, que a comissão técnica estava sendo dissolvida)

"Garrincha é um verdadeira assombro. Não pode ser produto de nenhuma escola de futebol. É um jogador como jamais vi igual."
(Gavril Katchalin, técnico soviético em 62)

"O estilo era cadenciado, lento. Bola de pé em pé para não gastar energia. Afinal, se somadas, nossas idades passariam de mil anos!"
(Didi, sobre o estilo de jogo brasileiro na Copa do Chile, em 62)

"Subimos juntos, fora do tempo, para cabecear uma bola. Eu era mais alto e tinha mais impulsão. Quando desci ao chão olhei pra cima, perplexo. Pelé ainda estava lá, no alto, cabeceando a bola. Parecia que podia ficar no ar o tempo que quisesse"
(Fachetti, zagueiro italiano na Copa do México, em 70)

"O time brasileiro era tão bom que eu tinha medo de começar a torcer por ele."
(George Raynor - técnico da seleção Sueca, adversária do Brasil na final da Copa de 58)

"Sem Pelé, o Brasil fica muito fraco. Quem é Amarildo?"
(Helenio Herrera, técnico da Seleção Espanhola, que perdeu do Brasil na Copa de 62 por 2 x 1, com 2 gols de Amarildo)

"Deixei de acreditar em Deus no dia em que vi o Brasil perder perder a Copa do Mundo no Maracanã."
(Carlos Heitor Cony - escritor)

"Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos."
(Nelson Rodrigues - dramaturgo)

"Como a senhora explicaria a um menino o que é felicidade? Não explicaria. Daria uma bola para que ele jogasse."
(Resposta da teóloga alemã Dorothee Sölle a um jornalista)

"Chuto tão mal que, no dia em que eu fizer um gol de fora da área, o goleiro tem que ser eliminado do futebol."
(Dadá Maravilha - campeão mundial em 1970 com a Seleção Brasileira e três vezes artilheiro do Campeonato Brasileiro)





" � que na quer�ncia de ganhar o jogo, acabam acontecendo coisas desse tipo." (Rom�rio, no jogo Flamengo 4 x 1 Americano, do dia 19/02/97, quando perguntado sobre sua discuss�o com Junior Baiano, nesse jogo).

" Comigo ou sem migo o Corinthians ser� campe�o. " (Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians).

" O S�crates � invend�vel e imprest�vel. " (Vicente Matheus, ex-presidente do Corinthians).

" N�o me venham com a problem�tica que eu tenho a solucion�tica. " (Dad� Maravilha, ex-jogador).

" Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu. " (Claudiomiro, do Internacional (RS), quando chegou � Bel�m do Par� para enfrentar o Paissandu, em 1972).

" Quem nunca agrediu uma mulher? " (Josimar, ex-lateral do Botafogo).

" E a�, King, tudo bem? " (M�rio Trigo, m�dico brasileiro em 58, ap�s abra�ar efusivamente o rei Gustavo da Su�cia que entregava a ta�a aos brasileiros).

" Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado. " (Nen�m Prancha - ex-roupeiro do Botafogo e fil�sofo da bola).

" O p�nalti � t�o importante que devia ser cobrado pelo presidente do clube. " (Nen�m Prancha - ex-roupeiro do Botafogo e fil�sofo da bola).

" Cl�ssico � cl�ssico e vice-versa. " (Jardel - ex-atacante do Gr�mio e atualmente no Porto).
" Somente tr�s coisas param no ar: o beija-flor, o helic�ptero e eu. " (Dad� Maravilha - ex-jogador).



O juiz de futebol é o único ladrão que rouba e sai protegido pela polícia.
Ary Toledo





Clássico é clássico e vice-versa.
Mario Jardel


A grande área é o cemitério dos árbitros.
Arnaldo Cesar Coelho


A história do futebol é uma triste viagem do prazer ao dever.
Eduardo Galeano


Quem diz que o futebol não tem lógica ou não entende o futebol ou não sabe o que é lógica.
Stanislaw Ponte Preta


Se macumba ganhasse jogo, o Campeonato Baiano terminava empatado.
Neném Prancha


O melhor lugar para se defender é na grande área - do adversário.
Jack Stein


Em futebol, o pior cego é o que só se vê a bola.
Nelson Rodrigues



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