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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O release do Guz

Desenho caricaturas individuais, casais e grupos, e no caso da consulta, já elaborei a arte para várias formaturas, como pode ser visto no link
www.formaturasdoguz.blogspot.com
Como está expresso na proposta que se segue, envio-lhe a arte final em arquivo que pode ser impresso nas dimensões que encomendar. No banner do casal, em anexo, as dimensões foram : H = 120 cm e L = 90 cm.Para atualizá-la, envio-lhe nos anexos os trabalhos que andei fazendo nos últimos tempos.São também encomendas via internet, através de fotos, com as cores em photoshop.Em eventos, utilizo nanquim e aquarela para colorir.Para as 35 em consulta, favor informar-me o prazo máximo que terei para enviar-lhe.

Caricaturas do Guz:
não faça o seu evento sem elas!

* 1) Caricaturas em eventos:
* esta é uma das modalidades do meu trabalho, quando as caricaturas são elaboradas durante um evento...

Para eventos, o custo de atuação é de R$ 100,00 / hora (cem reais por hora), com o mínimo de tres horas.O valor é líquido, principalmente uando for necessário recibo que, na legislação vigente, é o RPA ( Recibo de pagamento de autônomo).Para eventos situados fora de Belo Horizonte devem ser incluidos os custos de transporte e hospedagem , se necessários. Todo o material utilizado por mim está incluso no preço acima: papéis, envelopes, canetas, lápis, etc. Os desenhos são tracejados em nanquim e coloridos em aquarela.


*
2) Caricaturas delivery by web




Encomendas de caricaturas via internet, através de fotos,
veja nos links abaixo o meu portfólio.


* Caricaturas de grupos : R$50,00 (cinquenta reais) por modelo.
* Individuais: R$ 90,00 ( noventa reais)
* Casais: R$ 120,00 ( cento e vinte reais)



* Enviar fotos frontais e recentes, se possível, sem sombras. Características pessoais sempre ajudam. Farei o esboço e enviarei para aprovação.
* Após o que, será feito o depósito em minha conta corrente.
* Posso enviar os arquivos (JPEG, com fundo, e PNG, sem fundo) por e-mail, para impressão em gráfica ou copiadora.
*


Obrigaço
(obrigado e um abraço)
do
Guz
Paulo Cangussu

www.guz.com.br
www.blogdecaricaturas.blogspot.com
www.caricaturasdelivery.blogspot.com
www.eventoscomcaricaturas.blogspot.com
www.caricaturasparaemmpresas.blogspot.com
www.contrateoguz.blogspot.com
www.caricaturasdoguz.blogspot.com
www.taxofilo.blogspot.com
www.humortrainner.blogspot.com
www.formaturasdoguz.blogspot.com
www.caricare.blogspot.com


www.bloguz.blogspot.com
www.guztube.blogspot.com

http://blogln.ning.com/profiles/blog/list
( No Portal do Luiz Nassif)
http://blip.fm/GuzCartunista
(a Rádio Guz FM, com as preferidas)


www.youtube.com/guzcartunista
http://twitter.com/guzcartunista

(31)99299882
Skype= guz2008



Trabalhando e rindo

(Algumas formas de criatividade, não menos importantes, são ao mesmo tempo imateriais e transitórias. Uma das mais importantes é a capacidade de provocar o riso nas pessoas. Vivemos em um vale de lágrimas, que começa com o choro do bebê e não se torna menos triste à medida que envelhecemos. O humor que eleva os nossos espiritos é um dos mais valiosos alívios humanos, e o dom de provocar riso é raro e valioso.
Paul Johnson, Os criadores - Ed. Campus)
Porque as empresas também não deveriam ter uma (sala de recreio), pelo menos? Porque nós sempre falamos: oi, benzinho, hoje à noite vamos ver uma comédia para rirmos e relaxarmos um pouco?(Não estamos falando de programas políticos) E nunca dizemos: oi, bem, estou indo para a empresa para me divertir um pouco... Porque lá é um lugar de gente séria, gente que não brinca em serviço. Nunca! Imaginem se eu, um operador de ponte rolante, fica rindo no serviço. Qualquer coisa, pimba. A carga caindo na cabeça de alguém. A atenção é fundamental, não há dúvida, e para tudo tem há sua hora. Mas ninguém pode ficar tenso durante um turno inteiro. Disso advirá o estresse, o colapso, e todos nós sabemos os acidentes. O riso é fundamental para a nossa existência porque está ligado à nossa emoção. Dentre as funções da expressão emocional, o riso vem em primeiro lugar, pois, segundo Darwin, estudado por Asch (1977), os movimentos faciais a que denominamos expressivos eram, originariamente, parte de atividades práticas. Mostrar os dentes fazia parte da preparação para o ataque.

Quais são os últimos anúncios de TV que lembramos dos últimos seis meses? Dos engraçados, dos que os trazem o riso, a descontração.
Para falarmos do riso e sua história, levaríamos muito mais tempo do que dispomos hoje. Desde a interpretação de Darwin, que afirmou que o riso atual é a evolução de uma expressão facial de ataque até a expressão emocional que temos hoje, até às ultimas descobertas dos efeitos do riso em nosso metabolismo .Sabe-se hoje que ele é fator importante para a secreção de enzimas que protegem o estômago, que ajuda no aumento de anticorpos naturais do organismo que combatem infecções respiratórias. O riso também ajuda no transporte de nutrientes e oxigênio para os tecidos corporais, liberando também endorfinas que atuam como analgésico natural.

O riso provoca a liberação de um neurotransmissor chamado serotonina, que agiliza a comunicação entre os neurônios. Se, ao contrário, o organismo se encontra submetido ao estresse ou está sobrecarregado de tensão, os circuitos neurais acusam a falta de serotonina, alterando assim a comunicação entre estes e, consequentemente, provoca o desequilíbrio do organismo afetando, portanto, o processo cognitivo.

O riso é um grande facilitador do aprendizado. Nérici (1973, p.14) afirma que: "A educação tem de se inspirar na Filosofia devido à convicção de que o homem não pode ser tratado como objeto, mas como algo excepcional que se revela pela sua criatividade, sua tendência para a liberdade, sua capacidade de auto-limitar-se e de aspirar, bem como a sua inquietação interior, que o impele para o transcendental". Precisamos muitas vezes articular um pequeno mas sincero sorriso a fim de nos aproximarmos de alguém e isto também se dá no processo ensino-aprendizagem. Fazemos nossas as palavras de Grisi (1985, p. 11) quando diz: "O regime de disciplina férrea não cria caracteres viris, antes pode formar indivíduos subservientes ou amargurados.”.

O humor e o seu efeito, o riso, atuam como antídotos à desconfiança e ao stress .Herbert Lefcourt um eminente psicólogo da Universidade de Waterloo, no Canadá, estudou a hipótese de que o senso de humor, e o seu uso, podem alterar a nossa resposta ao stress. Na sua pesquisa, pessoas foram consultadas sobre a freqüência e a severidade de mudanças estressantes ocorridas com elas nos últimos seis meses, e os seus recentes distúrbios de temperamentos eram avaliados. Lefcourt aplicou testes de avaliação de humor, percepção de humor, riso, e esforços de inclusão de humor e riso nas formas de vida de cada um. Resultados da pesquisa mostraram que a habilidade de incluir a prática e o senso de humor podem alterar positivamente as perturbações de estados de espírito resultantes de eventos negativos. Não fumar, manter uma alimentação equilibrada e praticar exercícios físicos, já está provado, são medidas que fazem viver mais e melhor.

Agora, a medicina estuda a importância do bom humor e dos sentimentos positivos na prevenção de determinadas doenças e até mesmo como fator de recuperação de pessoas vitimadas por moléstias graves. O surradíssimo ditado "rir é o melhor remédio" começa, enfim, a ganhar respaldo científico. Pesquisas recentes comprovam que boas risadas (nada a ver com aquelas que somos obrigados a dar quando o chefe conta uma piada sem graça) podem ter o efeito de uma sessão de ginástica. Protegem o coração, aliviam o stress, fortalecem o sistema imunológico, facilitam a digestão e limpam os pulmões (veja quadro).
A risada é o principal objeto da maioria desses estudos, por se tratar da expressão mais explícita do bom humor e da positividade. Sua interferência no funcionamento do corpo é, portanto, mais fácil de ser medida. "Quando rimos, rimos com o corpo todo", define o psiquiatra americano William Fry, da Universidade Stanford, especialista no assunto. Um dos seus maiores efeitos é reduzir a liberação dos hormônios associados ao stress, o cortisol e a adrenalina. Em excesso, essas substâncias enfraquecem as defesas do organismo e elevam a pressão arterial, criando o cenário para o desenvolvimento de infecções e para um infarto.

Um estudo revelador sobre os benefícios do bom humor para a saúde do coração foi conduzido pelo patologista Lee Berk, diretor do Centro de Neuroimunologia da Universidade de Loma Linda, na Califórnia. A equipe do doutor Berk acompanhou durante um ano 100 homens que já haviam enfartado, monitorando diariamente a pressão arterial, as taxas de adrenalina e as doses de medicamentos de cada paciente. Eles foram divididos em dois grupos, dos quais um era obrigado a assistir meia hora por dia a uma comédia televisiva. O resultado foi surpreendente: os que foram submetidos às sessões de risada sofreram menos episódios de arritmia, apresentaram redução na pressão arterial e tiveram de tomar menos remédios contra angina. A recorrência de infarto no grupo dos risonhos foi de 8%. No outro, de 42%.

* O humor nos permite mudar a perspectiva de nossos problemas, e com o afastamento, nos permitimos sentir autoprotegidos, com o ambiente à nossa volta sob controle. Freud anotou a poderosa influência psicológica do estado de humor: Como o espirituoso e o cômico, o humor tem um elemento de libertação. É o triunfo do narcisismo, a assertiva vitoriosa do ego de sua própria invulnerabilidade,”(Chistes, 1905). Quando optamos por rir de ou sobre uma determinada situação, nós passamos a nós mesmos a mensagem sutil: ”Veja, Isto não é tão ameaçador. É risível e absurdo de certa maneira. “Não posso levar tão a sério.”

* A palavra humor tem muitos significados. “A raiz de onde advém é “umor”“, significando líquido, fluido. Na Idade Média e Renascença, humor era um dos quatro fluidos básicos do corpo que determinavam o temperamento e saúde humanos (sangüíneo, fleumático, colérico, melancólico). Um dicionário define humor como “a qualidade de ser risível ou cômico” ou “estado da mente, temperamento, espírito”. Humor, em todos os sentidos, é algo que flui, envolvendo características básicas do indivíduo que se expressam no corpo, em temperamentos e reações emocionais, e em maneiras de sentir, pensar, e de espírito. As qualidades de humor e espírito são similares, e interdependentes Ou, como Sócrates resumiu: “Da mesma forma que não se cuida dos olhos sem se cuidar da cabeça, da cabeça sem se cuidar do corpo, não se cuida do corpo sem se cuidar da alma”.

* Rimos porque nos sentimos aliviados. Freud e Bérgson, cada um à sua maneira, indicaram a importância. MOODY Jr. (1978, p.133) citando Freud, que diz: Assim como a sagacidade e o engraçado, o humorismo possui em si um elemento liberador. Porém, também possui algo sutil e animador, que falta nas duas outras formas de extrair prazer de uma atividade intelectual. Sem dúvida, o que há de sutil nele é o triunfo do narcisismo, afirmativa vitoriosa do ego sobre a sua própria invulnerabilidade. Recusa-se a ser ferido pelas flechas da realidade ou ser compelido a sofrer. Insiste em ficar imune aos ferimentos do mundo exterior, na verdade, que estes são apenas oportunidades para alcançar o prazer. Este último traço é uma característica fundamental do riso. Para Bérgson,

O riso é o resultado da súbita transformação de uma expectativa tensa em nada. Nos circos, nos intervalos entre os números arriscados de domadores e trapézios, recorre-se aos palhaços para aliviar a tensão da platéia. E na origem dos palhaços, dos seus antepassados, os bufões e os bobos da corte, encontramos os fundamentos da caricatura e do humor gráfico.

* O riso foi desde o ínicio entendido como a resultante direta dos baixos instintos. Platão desconsiderou a comédia na sua República e Aristóteles deduziu que era produzido abaixo do diafragma, em meio aos calores excrementícios. E por isso mesmo, condenável na maior parte de suas manifestações. Era sempre associado à zombaria, ao sarcasmo e ao deboche. Para os cristãos, uma invenção do diabo. Apesar de registros de ocorrências cômicas na Igreja, o riso era desestimulado como uma facilitação ao pecado e ao prazer. Nas cortes, utilizavam as deformações e os anões para induzirem o riso dos nobres. Os anões se transformavam em bobos da corte. Produziam um efeito cômico imediato, pois nisto reside à maneira mais simples de explicarmos o riso. Entre a figura austera e padronizada do rei e a do bobo (a sua réplica reduzida, fora do padrão) produz-se a justaposição e a comparação, cujo efeito é o riso.

Nas últimas luzes do Renascimento, no século XVII, o riso escapa da censura da Igreja através do desenho dos irmãos Carracci, e nasce a caricatura, ou o ritrati carichi, o retrato carregado. Pelo mesmo mecanismo do bobo da corte, eles modificam a figura humana para torná-la idêntica a um anão, e com isso, atingir o cômico. Nascia assim uma nova expressão da arte visual que, impulsionada pelo desenvolvimento da Imprensa, da litografia e outros meios de reprodução, atingiria rapidamente o gosto popular, tornando-se em duzentos anos um dos principais registros da cultura de uma época. Até hoje.

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